Provando para todos que o mundo é muito mais bonito do que normalmente achamos, lhes apresentamos uma bela lista com os 5 vilarejos mais bonitos do planeta!
Edifícios de madeira na Ilha Mediterrânea
Vilarejo nas margens do rio Niger, em Mali
Aldeia escondida ao sul da China
Névoa sobre campo, ao sudoeste da Inglaterra
Vila dos Hobbits, localizada na Nova Zelândia
Perdeu 30kgs, ela tem 13 anos!

Com níveis mortais de radioatividade, a usina de Chernobyl, na Ucrânia, é um dos lugares mais contaminados e perigosos do planeta. Mas nas ruínas desse inferno nuclear está nascendo uma criatura bizarra: um fungo que come radioatividade.

Ou melhor, não apenas um: pesquisadores dos EUA descobriram que há 37 espécies mutantes crescendo em Chernobyl. Elas foram descobertas numa inspeção de rotina, quando um robô vistoriava o interior da usina e encontrou uma meleca preta crescendo pelas paredes do reator 4 – o mesmo que explodiu e provocou, em 1986, o pior acidente nuclear da história. Como é possível que, além de sobreviver à radiação, algum ser vivo consiga se alimentar dela? “Nossas pesquisas sugerem que os fungos estão usando um pigmento, a melanina, da mesma forma que as plantas usam a clorofila”, diz a cientista Ekaterina Dadachova. Ou seja: os fungos teriam sofrido mutações que os tornaram capazes de fazer uma espécie de “radiossíntese”, transformando radiação em energia.

Dentro da usina, os fungos mais comuns são versões mutantes do Cladosporium sphaerospermum, que provoca micose, e a Penicillium hirsutum, que ataca plantações de alho. Mas como elas foram parar em Chernobyl? Afinal, o reator foi selado por uma caixa de concreto, o chamado “sarcófago”, após o acidente de 1986. “Os fungos penetraram pelas brechas”, acredita o biólogo Timothy Mousseau, da Universidade da Carolina do Sul. Será que, como num filme de terror, os monstrinhos atômicos podem sair da usina e se espalhar pelo mundo? Eles podem escapar do mesmo jeito que entraram, passando por brechas e rachaduras nas paredes. Mas, sem radioatividade para comer, não se dariam bem fora da usina. “Geralmente, os organismos que conseguem se sair bem em um local extremamente hostil têm dificuldades em outros ambientes”, diz Mousseau.
Poderia se chamar sequências que você não sabia que existiam, ou sequências que não precisavam existir. Enfim, confusões a parte, vamos falar daquelas continuações de filmes que tem muito pouco a ver com o filme original, e que só servem para tentar ganhar um dinheirinho no home-vídeo. Só um detalhe, apenas para fim de ilustrar a diferença entre o original e a sequência, eu vou deixar a avaliação deles em grandes agregadores de notas do cinema.
Psicopata Americano 2
O primeiro você conhece, é um cult lançado no ano 2000, estrelado por um caricato e surtado Christian Bale, na pele de Patrick Bateman, um serial killer que se esconde na normalidade e pompa dos engomadinhos de Wall Street. Bale em um dos seus primeiros grandes papéis tornou Bateman um dos personagens mais icônicos do cinema.
A sequência veio em 2002, com Mila Kunis (sim, a Mila Kunis) no papel principal. Ela interpretava uma universitária que supostamente teria escapado e matado Bateman, mas que adquiriu uma obsessão por caçar serial killers, e então arrumou trabalho como assistente de um agente do FBI para ter acesso aos registros e poder caçá-los (pera aí, eu conheço essa sinopse de algum lugar). Bem, nem a beleza de Mila Kunis salva esse filme. Aliás, acho que vale dizer que o tal agente do FBI é interpretado por William Shatner, né?
IMDB original: 7,6
IMDB sequência: 3,9
S. Darko


Novamente, o original é um filme muito cultuado, Donnie Darko, que foi lançado em 2001, estrelado por Jake Gyllenhaal e dirigido por Richard Kelly. Donnie Darko é um daqueles filmes que não acabam ao término da película, ele se torna discussão, devido as várias teorias e interpretações que o filme tem.
Em 2009 tivemos o lançamento, direto em DVD, de S. Darko, a continuação que trazia Samantha, irmã de Donnie, como protagonista, sofrendo com visões e sensações estranhas. Você tem ideia da credibilidade da sequência, quando vê que de toda equipe, só uma atriz topou reprisar o papel. Trata-se de Daveigh Chase, cujo papel mais relevante na carreira foi o de Samara, em O Chamado.
IMDB original: 8,2
IMDB sequência: 3,7
Meninas Malvadas 2
Uma reclamação recorrente em sequências é que elas não apresentam nada de novo, apenas repetem a fórmula alterando um pouco o cenário, foi assim com o Se Beber, Não Case 2. Mas o SBNC pelo menos trouxe de volta o elenco na sequência. Meninas Malvadas 2 nem isso fez.
O primeiro foi uma divertida comédia adolescente escrita pela comediante Tina Fey, que também participou do filme junto com Amy Poehler, sua colega de Globo de Ouro. No elenco ainda estavam as, agora famosas, Rachel McAdams e Amanda Seyfried, além de Lindsay Lohan, quando ela ainda era humana. A sequência foi a mesma história, feita com pouco dinheiro e sem nenhuma empolgação. O resultado não podia ser diferente.
IMDB original: 6,9
IMDB sequência: 4,1
Velocidade Máxima 2

Um clássico da ação dos anos 90, Velocidade Máxima, estrelado por um Keanu Reeves no inicio de seu auge, e por uma Sandra Bullock começando a se destacar em Hollywood. A premissa trazia tensão e expectativa ao nos colocar em um ônibus em alta velocidade que podia explodir caso alguém acionasse o freio. Um filmaço.
A sequência já começa errada desde a premissa, afinal você consegue ligar um navio de Cruzeiro á algo muito veloz? Eu não. Sandra Bullock foi a única que topou voltar, o elenco foi reforçado com Willem Dafoe fazendo a sua cara estranha por natureza ficar mais bizarra do que nunca. A ideia do filme nasceu em um sonho do diretor Jan de Bont, que sempre via um barco batendo em uma ilha. Olha, eu tenho sonhos que dariam filmes bem mais interessantes, e ninguém me dá US$ 110 milhões por isso.
IMDB original: 7,2
IMDB sequência: 3,6
Mar Aberto 2 – Pânico em Alto Mar

Quando a distribuidora brasileira nem vende o filme como uma sequência, bom sinal não deve ser. Mar Aberto é um drama do qual eu falei no meu artigo sobre filmes baseados em fatos reais – leia aqui – e que apesar de não ser unanimidade, é um filme bem bacana.
A sequência mais uma vez trouxe mais do mesmo, só que sem o atrativo de ser baseado em uma história verídica tão famosa. Agora tínhamos um grupo de amigos que resolvem mergulhar no meio do oceano, só que na empolgação eles esquecem de puxar uma escada que os ajudaria a voltar pro barco, então eles não conseguem voltar e ficam ali, á deriva.
Rotten Tomatoes original: 72%
Rotten Tomatoes sequência 40%
Dirty Dancing 2 – Noites de Havana
Dirty Dancing é um clássico dos filmes de dança, e foi lançado lá em 1987, no auge de seu astro Patrick Swayze. Acho que na época todo mundo esperou que lançassem uma sequência, por causa do grande sucesso do longa, mas creio que ninguém esperava que a sequência fosse sair 17 anos depois do original.
Mas saiu, e o único que voltou foi o próprio Patrick Swayze, para uma participação especial. O resultado também foi uma repetição do primeiro filme, garota rica que se apaixona por um dançarino local, mas que não pode viver essa paixão porque seu pai tem algum tipo de preconceito contra o rapaz. A única diferença é que agora tudo isso acontecia em Cuba, no meio da revolução.
Rotten Tomatoes original: 72%
Rotten Tomatoes sequência 22%
Debi & Loide – Quando Debi conheceu Loide
Dez anos antes de Jim Carrey e Jeff Daniels começarem a trabalhar no retorno de Debi e Loide ao cinema, um prequel foi realizado e lançado direto em DVD. Com outros atores no papel título, esse filme tentava resgatar o humor pastelão do original, lá de 1994, mas sem o carisma dos protagonistas. Assim como a franquia American Pie, a reunião que será lançada ano que vem não terá nenhuma relação com esse filme.
IMDB original: 7,3
IMDB sequência: 3,4

Admiradora de Hitler, geneticamente impecável, e profissional nas tarefas de casa. Este era o objetivo das “escolas de namoradas” da Alemanha nazista para a mulher dos oficiais das SS.
A mulher nazista deveria ter as seguintes características: ser admiradora de Adolf Hitler, geneticamente impecável e profissional nas tarefas.
De acordo com documentos recentemente encontrados nos Arquivos Federais alemães, a “menina nazista ” dos anos 30 e 40 devia formar-se na “escola de namoradas “. O curso durava cerca de seis semanas.
O papel das mulheres na Alemanha nazista era servir como um ” pilar da raça germânica “.
Para casar com seu namorado das fileiras da SS ou outro oficial nazista , uma mulher seria obrigada a fazer o curso onde as ensinavam cozinhar, costurar , limpar , passar, decorar a casa , além de cuidar e educar crianças. Também davam-lhes noções sobre como se comportar corretamente em eventos sociais e ensinavam-lhes ” conhecimentos especiais sobre a genética e a raça”.
Após o curso, recebiam um certificado que lhes permitia casar em uma cerimônia neo- pagã diante de um altar decorado com símbolos nazistas, na presença de membros da Wehrmacht, as forças armadas unificadas de Alemanha nazista 1935-1945 , que surgiram após a dissolução das Reichswehr.
As “escolas de namoradas” foram fundados após o comandante da SS , Heinrich Himmler , assinar a respectiva ordem em 1936. A primeira escola foi aberta na ilha de Schwanenwerder, no Lago Wannsee , próximo de Berlim. A pessoa que liderou o projeto foi Gertrud Scholtz-Klink, a mulher de mais alto escalão do Terceiro Reich, que liderou o NS-Frauenschaft ( Liga Nacional Socialista de Mulheres), além de ser amiga pessoal de Himmler e uma ativista nazista fervorosa.

As escolas usufruíram de grande popularidade, mas, quando a escassez de homens por causa da guerra começou a ser notada, os nazistas tiveram de repensar o ideal feminino, que passou a ser o de uma mulher trabalhadora em prol da guerra.
Você tem curiosidade em saber como era o trabalho de uma prostituta na Roma Antiga do século 1 a.C, ou seja, há mais de dois milênios?! A revista Super Interessante traduziu algumas partes do livroValentia, Las memorias de Caio Antonio Naso (sem tradução para o Português), livro de Gabriel Castello Alonso e que, entre outras coisas, conta a história de um virgem perdendo a virgindade em um prostíbulo, com direito a conversa sobre custas, bem como sobre como as prostitutas se vestiam na época! Muito interessante!

“Agora, nunca poderei dizer que não estive em um lupanar [prostíbulo romano]. Em troca, ficou marcada a primeira vez em que fiquei sozinho com uma mulher. Foi logo após o primeiro e desastroso convite. Essa angústia passou. Em uma tarde preguiçosa de verão, nos reunimos à sombra dos arcos do Fórum meu amigo Libieno, Emilio e eu com meu irmão Lúcio e um de seus amigos na cidade, um homem chamado Publius Quintilio Albo, um filho loiro de gauleses imigrantes. De qualquer forma, meu irmão e seu colega nos convenceram de que deveríamos ir juntos a um bordel fora das muralhas. Aquele famoso bordel estava perto da ponte de moinho e era uma casa de muito má reputação em círculos sociais valentinos. Sua notoriedade era má, porque mais do que um juiz era cliente regular. Era uma grande fachada, sem janelas, e um portão com um olho mágico, no meio de um bosque de acelga e alface. Depois de meu irmão tocar duas vezes a porta e dizer a coisa ininteligível ao escravo que espiou pela janela, as dobradiças da porta rangeram baixinhas e passamos ao prostíbulo. […]
Neste instante, saiu de vários cantos dos quartos adjacentes uma variedade grande de meninas e meninos. Dessas, umas muito jovens e outras já maduras, iam vestidos com roupas de finíssimos tecidos, estavam maquiadas com todos os tipos de bálsamos exóticos e algumas outras tinham tingido o cabelo com pasta de sebo e cinzas. Aqueles insinuantes e sugestivos vestidos deixavam aparecer as auréolas coloridas que coroavas seus valiosos bustos e encaracolavam os cantos de suas virilhas. Os três jovens imberbes tinham seus corpos cobertos com óleos aromáticos e cobriam os seus membros com uma tanga curta e simples.
[…]
Meu irmão negociou no grupo e conseguiu fechar com Arvina os custos de sua apetitosa mercadoria, fechando em 50 moedas de prata por uma hora de trabalho. A menina morena que tanto gostava de mim pegou minha mão e me levou para o seu cubículo, uma pequena e encardida cabana onde um banquinho e uma cama eram sua única mobília. […] Ela me levou ao seu ninho de delícias. Fechou as cortinas de serapilheira rasgados que fechavam a porta e me levou para a cama. Com um movimento lento e rítmico, se enrolou no vestido desde as panturrilhas, tirando-o por cima da cabeça, mostrando gradualmente em toda sua plenitude sua sublime nudez. Ela tinha grandes olhos cor de mel e um cabelo ondulado preto caindo em cachos sobre seus seios duros. Baixei meu olhar por um momento e vi como meu membro ereto já se marcava, e manchava, no manto. Lembro-me de suar como um escravo, não pelo calor úmido e intenso do quarto pequeno, mas por estar animado diante o toque iminente de nossos corpos … E eu ainda estava com medo de não ser suficiente para aquela jovem. Apesar de sua pouca idade, a menina sabia bem o que fazia.
[…]
Quando saí do cubículo, suado, vaidoso e muito mais satisfeitos do que um general durante um Triunfo (a mais alta honraria concedida a um general do Senado depois de uma campanha vitoriosa), me encontrei com meus outros amigos que também confortavelmente haviam alcançado seu objetivo.”
Uma curiosidade a mais. Os oito tipos de prostitutas romanas!!!

1. Delicatae: eram as prostitutas mais luxuosas, acessíveis apenas aos homens mais ricos e poderosos.
2. Copae: mulheres que trabalhavam em Cauponas, lojas especializadas em servir bebidas, como vinhos.
3. Noctilucae: eram as prostitutas que trabalhavam apenas à noite.
4. Lupae: essas prestavam seus serviços em “lupanares”, os prostíbulos da época;
5. Forariae: elas ficavam em estradas fora das cidades e prestavam seus serviços sobretudo a donos de estabelecimentos rurais.
6. Fornicatrices: mulheres que ficavam disponíveis próximas a pontes, arcos ou edifícios. Uma outra curiosidade: o termo fornix derivou a palavra fornicação (manter relações sexuais com prostitutas);
7. Bustuariae: ficavam próximas aos cemitérios romanos. (Nessas alguns góticos de hoje em dia iam pirar!!)
8. Prostibulae: esta era a prostituta clássica! Exibia-se na rua livremente. Quem quisesse assumir o cargo, deveria obter o registro profissional e depois de informar seus dados (nome, idade, naturalidade e “nome de guerra”), podiam começar a trabalhar no ramo.
Texto adaptado da Super Interessante
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