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Baratão
14 de agosto de 2014
Devido a agitação cada vez mais acelerada de nossas vidas, não conseguimos perceber o quanto o mundo a nossa volta é realmente inacreditável. Por este motivo, aqui vão 10 incrível fatos científicos que mais parecem coisa da ficção. 

 1 – Há muito o que sentimos que não é consciente  
O cérebro humano recebe mais de 11 milhões de bits de informação por segundo de nossos sentidos, mas a parte consciente do cérebro é capaz de processar apenas 40 bits por segundo.
2 – Qualquer lugar do mundo em menos de 43 minutos

Se fosse possível cavar um túnel em linha reta de um lado até o outro da terra, uma pessoa que saltasse por ele levaria exatamente 42 minutos e 12 segundos para chegar ao outro lado.

 3 – Uma nuvem da pesada

A nuvem de cumulus de médio porte pesa quase o mesmo que 80 elefantes.

 4 – Raios e torradas

Um único raio contém energia suficiente para assar 100.000 pedaços de torrada.

 5 – O que as batatas e o Gorilas tem em comum?

Gorilas e batatas têm dois cromossomos a mais do que os humanos.

 6 – Acabou a morfina? Usa a saliva

A saliva humana contém um analgésico chamado opiorphin que é seis vezes mais potente que a morfina.

 7 – O peso do ar

O ar em uma sala de tamanho médio pesa cerca de 100 quilos.

 8 – A velocidade da lava

A Lava pode fluir mais rápido que Osain Bolt (pode chegar a uma velocidade de 56 km/h)

 9 – Troca troca

Em um tempo médio de vida, a pele humana é substituída completamente cerca de 900 vezes.

 10 – O tempo da circulação

Todo o seu sangue pode fazer um circuito completo pelo seu corpo em 20 segundos.
Baratão
11 de agosto de 2014

 
 Você já deve ter se perguntado se alguma criatura mítica ou fantástica existe de fato, ou se essas figuras são fruto da imaginação de algum louco ou artista. As sereias são seres descritos minuciosamente em relatos, livros e filmes, mas será que elas existem ou existiram em um passado remoto? Uma das teorias é a Hipótese do Macaco Aquático: ancestrais mais ou menos próximos dos humanos teriam adotado, durante um certo período, um estilo de vida semiaquático na costa africana, seja pela necessidade de buscar alimento na água ou de defender-se de predadores. De qualquer modo, esse fato pode ter influenciado sua evolução, gerando uma subespécie anfíbia, enquanto outros hominídeos mantiveram uma existência puramente terrestre. Embora tenha sido abandonada ao longo dos anos, ao menos três estudiosos – Max Westenhofer, ideólogo, Sir Alister Hardy, biólogo marinho, e Elaine Morgan, escritora feminista – se dedicaram a desenvolver essa teoria.

   Há múltiplas explicações que justificam a Hipótese do Macaco Aquático, entre elas:   1. O fato de sermos os únicos primatas que não tem o corpo totalmente recoberto por pelos, uma condição só existente em ambientes aquáticos ou subterrâneos.   2. Os humanos são os únicos mamíferos bípedes. Essa transformação não ocorreria facilmente na savana africana, onde evoluíram os primeiros homens. Já na água, o corpo humano tende a manter essa posição.   3. A respiração do ser humano é diferente da de outros mamíferos, já que temos a capacidade de controlá-la voluntariamente. Tal como os mamíferos marinhos, podemos inalar o ar necessário para mergulhar e depois voltar à superfície para respirar.   4. Assim como os mamíferos aquáticos, e ao contrário dos terrestres, os humanos possuem uma reserva de gordura que retêm durante todo o ano.   5. As lágrimas, a sudorese excessiva e a porção de pele que separa o polegar do dedo indicador sugerem antepassados aquáticos segundo os adeptos da teoria.   6. Por último, nossa facilidade de nadar, em comparação à falta de jeito de muitos mamíferos terrestres na água, sugere que evoluímos de seres aquáticos.      As sereias teriam uma linguagem tão complexa e desenvolvida como a dos humanos. ©Discovery Os detratores descartam a teoria enfatizando, por exemplo, que existem muitos mamíferos aquáticos totalmente peludos, como lontras e castores. Por outro lado, nenhum mamífero aquático é bípede, e o mais importante, em nenhum momento foram encontrados vestígios fósseis que comprovem a existência de “macacos aquáticos” ou sereias.   No entanto, nos últimos anos, diversas pesquisas sugerem a possibilidade de existirem criaturas aquáticas com uma linguagem tão complexa como a do ser humano, o que fez ressurgir a hipótese das sereias. Segundo novos estudos, alguns hominídeos podem ter passado por uma adaptação evolutiva ao ambiente aquático, transformando as duas pernas em uma cauda que lhes permitisse nadar com mais facilidade. E você, no que acredita? Será que as sereias existem mesmo?   Fonte: Animal Planet

Baratão
10 de agosto de 2014
1. A Gaiola Suspensa
O que você escolheria: uma morte lenta e que te faça sofrer, ou uma morte rápida, mas muito dolorosa? Para quem prefere a primeira, a gaiola suspensa é o método ideal: a vítima, nua, é obrigada a permanecer em uma gaiola, pendurada e sem acesso a roupas para se proteger do frio, ou alimentos e água, para matar a fome. O torturado geralmente era “esquecido” lá até que morresse por causa da temperatura ou de desidratação.
2. O Aspersor de Chumbo
Uma esfera com muitos furos na extremidade de um bastão, que poderia ser preenchida pelo torturador com o material de sua preferência: água fervente, metais fundidos, óleo em ebulição, entre outros. A vítima, amarrada, era obrigada a “tomar um banho” com o conteúdo do recipiente.

 3. Pata de Gato Conhecido também com o simpático nome de “cócegas espanholas”, a pata de gato em geral era ligada a um cabo, de forma que se parecesse com uma extensão das mãos do torturador. Era utilizada para cortar a pele, em geral provocando arranhões tão profundos que poderiam alcançar os ossos.

 4. Sapatos punitivos
Feitos de metal, ao invés de saltos altos, esses sapatos tinham grandes agulhas de ferro na parte traseira. A tortura era também psicológica: quanto tempo você agüentaria na ponta dos pés sem descansar os calcanhares? Os prisioneiros eram obrigados a permanecer estáticos se não quisessem ter os pés perfurados.

 5. Separador de joelhos
Apesar desse instrumento de tortura muito popular durante a inquisição ser direcionado aos joelhos, é melhor preparar o estômago antes entender como ele funciona. Pronto? Bom, como você deve imaginar, o separador de joelhos foi construído para inutilizar as pernas das vítimas: construído a partir de dois blocos de madeira com espinhos, o objeto é encaixado na metade das pernas. Dois parafusos grandes conectam os blocos de forma que, quando torcidos, pressionam as partes uma contra a outra, apertando os espinhos contra os joelhos. Ah, mas fique tranqüilo: ele também pode ser usado ao redor dos braços, causando efeito semelhante. De arrepiar.

 6. A Cadeira Inquisitória
Você já deve ter ouvido falar na cadeira inquisitória. Seu conceito é muito simples: A vítima era obrigada a se sentar numa cadeira com dois mil pregos. Se o torturador estivesse em um dia ruim, poderia piorar a situação colocando fogo em uma chapa de ferro abaixo da cadeira, fazendo o torturado se apoiar sobre o ferro em brasa.

 7. O Burro Espanhol Homens, preparem-se, pois só a descrição desse objeto pode fazer vocês sentirem dor. Fixado em duas vigas transversais, o Burro Espanhol consistia em uma placa cortante, de corte triangular, onde a vítima era obrigada a sentar como se senta ao cavalgar. Pesos anexados aos pés dos torturados pressionavam o corpo deles contra o objeto cortante. Há relatos de fontes que afirmam que, em casos mais extremos, a vítima chegava a se partir ao meio.

 8. A Cadeira de Judas
Um dos “clássicos” da tortura, a Cadeira de Judas tem forma de pirâmide. O torturado é obrigado a se sustentar na cadeira, de modo que o peso do corpo seja projetado sobre um ponto de apoio que pode ser o ânus, a vagina, uma das vértebras da coluna ou outra parte escolhida pelo torturador. O objeto é conhecido no mundo todo, em italiano (culla di Giuda), Alemão (Judaswiege), e francês (la veille, “o velório”).

 9. O Esmagador de Cabeças:
Com a cabeça da vítima posicionada entre a tampa e a barra inferior (onde o queixo era apoiado), o parafuso do dispositivo era virado lentamente, comprimindo o crânio do torturado com força. Primeiro, os dentes eram destruídos e em seguida, o osso da mandíbula se quebrava. Em estágios iniciais, o torturador poderia bater na estrutura de metal enquanto a cabeça da pessoa estivesse amarrada, fazendo com que os golpes ecoassem por todo o corpo de quem estava vulnerável.

 10. O Touro de Bronze
Para fechar com chave de ouro, ou melhor, de bronze, mais um método cruel dos tempos medievais: o torturado era preso em uma escultura oca, com a forma de touro. Em seguida, os algozes colocavam fogo em toda a estrutura, e a pessoa morria queimada. Era um método frequentemente usado para obter confissões – tubos transmitiam os gritos dos prisioneiros para fora do ambiente, caso ele quisesse se pronunciar.
Baratão
8 de agosto de 2014




Folheando um livro impresso em 1974, Jamie D. Grant percebeu que há uma imagem estranha, surpreendente e sensacional. O livro conta a história de uma pequena área geográfica entre o Canadá e os Estados Unidos, Cabo Scott. Este volume reúne fotos antigas e histórias da área, mas olhando com cuidado você pode ver que em uma foto de 1917, no meio de muitas pessoas vestidas com as roupas da época, tem um cara de camiseta e calção, com um cabelo moderno. Você acredita em viagem no tempo? Então ele é um viajante do tempo. É sensacional. Se você não acredita, no entanto, são apenas coincidências.
Baratão
6 de agosto de 2014

  Veja abaixo a explicação: Uma coisa que não gostamos nada é quando a caneta estoura e nos manchamos de tinta não é mesmo. Pensando nisso empresas fabricantes de canetas aderiram um pequeno buraco na lateral da caneta, que serve para igualar a pressão dentro e fora dela. Pequenos buraquinhos de ventilação no corpo da caneta, basicamente ajudam a prevenir o vazamento. Cerca de 90% de todas as canetas possui essas aberturas para prevenir vazamentos. As canetas que não possui, contêm sistemas de tinta lacrados e são pressurizadas.



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