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Baratão
9 de dezembro de 2014

Olhando para essa foto, você não imagina qual é o segredo dessa garota. Clique em “veja mais” e saiba tudo!



Esse menino da foto à esquerda é Paul Witten. Desde pequeno, Paul sempre se sentiu mulher, e mudou seu nome para Pammy Rose. Hoje com 22 anos, Pammy participou de um concurso de beleza e conseguiu despistar e enganar todos os organizadores. Ninguém se quer desconfiou que ela, na verdade, nasceu homem



Ela foi a primeira participante transgênero do programa Face of Sunderland. E impressionou a todos ao revelar seu nome de batismo.



Ninguém nunca imaginou. A produção ficou surpresa. Desde os dois anos, a mãe sabia que tinha algo de diferente no filho. Era mais feminino, não gostava de se sujar, de jogar bola, e estava sempre brincando com os brinquedos da irmã mais velha.



Sempre se sentiu uma mulher no corpo de um homem. Foi a partir dos 14 anos que ela teve coragem de realmente assumir quem era.



Deixou o cabelo crescer, pintou de loiro, começou a usar maquiagem e usar roupas de menina.



A mudança do nome veio aos 18 anos. A própria mãe, Julie Olds, e amigos deram apoio. Pammy agora comemora que não estará no corpo de um homem por muito mais tempo.



Após se assumir como mulher, o pai não aceitou e deu as costas para a filha. Os dois não trocam nenhuma palavra há anos. Nos momentos de tristeza ou estresse, ela empurra os móveis da sala e dança por horas. “É minha terapia”, garante.



Baratão
8 de dezembro de 2014

Alguns pais são meio exagerados, mas a mãe de Sofia Petrova passou de todos os limites. Ela não gostou nem um pouco do mau comportamento da filha e tomou uma atitude drástica…



O caso rolou quando Sofia tinha 15 anos, e ela está há três sem voltar para casa. Sofia é filha de pais russos, mas a mãe foi para os EUA assim que ela nasceu e casou com um americano. Cresceu com eles, até ser chamada atenção por mau comportamento. A mãe e o padrasto decidiram então castigá-la. Mas foi um castigo radical e cruel.



Armaram uma estratégia suja para exilar a menina. Eles a enganaram e disseram que iria passar férias de três semanas na cidade russa de Novosibirsk, onde moram os pais biológicos dela. Após passar um período tranquilo, veio a revelação: não havia passagem de volta, Sofia estava presa por lá.



Aí os pais cruéis revelaram o plano: ela ficara lá “por um tempo” porque se comportou mal. Segundo os pais, Sofia “foi reprovada na escola, costumava roubar dinheiro, fugia de casa e era respondona”.



Na Sibéria ela estava “presa”: não podia voltar para os EUA por seu passaporte ser russo. Isso tornava necessário uma autorização dos pais dela, coisa que ela não teria “até saber se comportar bem”. As coisas pioraram tempos depois, já que o pai biológico dela se revelou um bebum que batia e a ameaçava.



Para conseguir alguma grana, ela precisou trampar em uma pousada e trabalhava cerca de 60 horas por semana. Ela pediu perdão repetidamente a mãe, e até enviou uma carta pedindo para voltar, e dizendo “que ela era a única família dela”. Mas a mãe se manteve fria e nem fez questão de responder as cartas. Ela então teve depressão e espalhou seu caso para o mundo.



Ela fugiu de casa para um centro infantil local, quando começou a perceber que existia uma grande possibilidade dela ficar naquele lugar gelado por mais tempo que gostaria. Lá no centro ela tentou o suicídio ao menos duas vezes. Para expurgar esses problemas, começou a escrever um livro que detalha as experiências da vida dela. No livro ela irá narrar a relação que teve com três as figuras paternas da sua vida: o pai russo, que ala achava ser simplesmente um caso passado da mãe, o marido da mãe dela e um terceiro homem que ela acreditava ser pai dela.



Somente aos 13 anos ela soube que o pai biológico não era o marido da mãe. Agora, ela tomou mais uma decisão abrupta: se mudar para o Marrocos, onde mora Farid Soulimani, o então namorado da mãe dela quando ela tinha 12 anos. Ela disse que prefere morar na África do que no clima congelante e inóspito da Rússia. Atualmente ela diz que a mãe dela não significa mais nada pra ela. Ela tenta se adaptar ao novo país e está perto de conseguir a documentação que permitirá que ela fique em definitivo no Marrocos.
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