Sempre assim AHUUAIEHIAHEIU

Muito foda AHUUAIEHIAHEIU

Tadinha AHUUAIEHIAHEIU

Só por isso AHUUAIEHIAHEIU


Admiradora de Hitler, geneticamente impecável, e profissional nas tarefas de casa. Este era o objetivo das “escolas de namoradas” da Alemanha nazista para a mulher dos oficiais das SS.
A mulher nazista deveria ter as seguintes características: ser admiradora de Adolf Hitler, geneticamente impecável e profissional nas tarefas.
De acordo com documentos recentemente encontrados nos Arquivos Federais alemães, a “menina nazista ” dos anos 30 e 40 devia formar-se na “escola de namoradas “. O curso durava cerca de seis semanas.
O papel das mulheres na Alemanha nazista era servir como um ” pilar da raça germânica “.
Para casar com seu namorado das fileiras da SS ou outro oficial nazista , uma mulher seria obrigada a fazer o curso onde as ensinavam cozinhar, costurar , limpar , passar, decorar a casa , além de cuidar e educar crianças. Também davam-lhes noções sobre como se comportar corretamente em eventos sociais e ensinavam-lhes ” conhecimentos especiais sobre a genética e a raça”.
Após o curso, recebiam um certificado que lhes permitia casar em uma cerimônia neo- pagã diante de um altar decorado com símbolos nazistas, na presença de membros da Wehrmacht, as forças armadas unificadas de Alemanha nazista 1935-1945 , que surgiram após a dissolução das Reichswehr.
As “escolas de namoradas” foram fundados após o comandante da SS , Heinrich Himmler , assinar a respectiva ordem em 1936. A primeira escola foi aberta na ilha de Schwanenwerder, no Lago Wannsee , próximo de Berlim. A pessoa que liderou o projeto foi Gertrud Scholtz-Klink, a mulher de mais alto escalão do Terceiro Reich, que liderou o NS-Frauenschaft ( Liga Nacional Socialista de Mulheres), além de ser amiga pessoal de Himmler e uma ativista nazista fervorosa.

As escolas usufruíram de grande popularidade, mas, quando a escassez de homens por causa da guerra começou a ser notada, os nazistas tiveram de repensar o ideal feminino, que passou a ser o de uma mulher trabalhadora em prol da guerra.
Você tem curiosidade em saber como era o trabalho de uma prostituta na Roma Antiga do século 1 a.C, ou seja, há mais de dois milênios?! A revista Super Interessante traduziu algumas partes do livroValentia, Las memorias de Caio Antonio Naso (sem tradução para o Português), livro de Gabriel Castello Alonso e que, entre outras coisas, conta a história de um virgem perdendo a virgindade em um prostíbulo, com direito a conversa sobre custas, bem como sobre como as prostitutas se vestiam na época! Muito interessante!

“Agora, nunca poderei dizer que não estive em um lupanar [prostíbulo romano]. Em troca, ficou marcada a primeira vez em que fiquei sozinho com uma mulher. Foi logo após o primeiro e desastroso convite. Essa angústia passou. Em uma tarde preguiçosa de verão, nos reunimos à sombra dos arcos do Fórum meu amigo Libieno, Emilio e eu com meu irmão Lúcio e um de seus amigos na cidade, um homem chamado Publius Quintilio Albo, um filho loiro de gauleses imigrantes. De qualquer forma, meu irmão e seu colega nos convenceram de que deveríamos ir juntos a um bordel fora das muralhas. Aquele famoso bordel estava perto da ponte de moinho e era uma casa de muito má reputação em círculos sociais valentinos. Sua notoriedade era má, porque mais do que um juiz era cliente regular. Era uma grande fachada, sem janelas, e um portão com um olho mágico, no meio de um bosque de acelga e alface. Depois de meu irmão tocar duas vezes a porta e dizer a coisa ininteligível ao escravo que espiou pela janela, as dobradiças da porta rangeram baixinhas e passamos ao prostíbulo. […]
Neste instante, saiu de vários cantos dos quartos adjacentes uma variedade grande de meninas e meninos. Dessas, umas muito jovens e outras já maduras, iam vestidos com roupas de finíssimos tecidos, estavam maquiadas com todos os tipos de bálsamos exóticos e algumas outras tinham tingido o cabelo com pasta de sebo e cinzas. Aqueles insinuantes e sugestivos vestidos deixavam aparecer as auréolas coloridas que coroavas seus valiosos bustos e encaracolavam os cantos de suas virilhas. Os três jovens imberbes tinham seus corpos cobertos com óleos aromáticos e cobriam os seus membros com uma tanga curta e simples.
[…]
Meu irmão negociou no grupo e conseguiu fechar com Arvina os custos de sua apetitosa mercadoria, fechando em 50 moedas de prata por uma hora de trabalho. A menina morena que tanto gostava de mim pegou minha mão e me levou para o seu cubículo, uma pequena e encardida cabana onde um banquinho e uma cama eram sua única mobília. […] Ela me levou ao seu ninho de delícias. Fechou as cortinas de serapilheira rasgados que fechavam a porta e me levou para a cama. Com um movimento lento e rítmico, se enrolou no vestido desde as panturrilhas, tirando-o por cima da cabeça, mostrando gradualmente em toda sua plenitude sua sublime nudez. Ela tinha grandes olhos cor de mel e um cabelo ondulado preto caindo em cachos sobre seus seios duros. Baixei meu olhar por um momento e vi como meu membro ereto já se marcava, e manchava, no manto. Lembro-me de suar como um escravo, não pelo calor úmido e intenso do quarto pequeno, mas por estar animado diante o toque iminente de nossos corpos … E eu ainda estava com medo de não ser suficiente para aquela jovem. Apesar de sua pouca idade, a menina sabia bem o que fazia.
[…]
Quando saí do cubículo, suado, vaidoso e muito mais satisfeitos do que um general durante um Triunfo (a mais alta honraria concedida a um general do Senado depois de uma campanha vitoriosa), me encontrei com meus outros amigos que também confortavelmente haviam alcançado seu objetivo.”
Uma curiosidade a mais. Os oito tipos de prostitutas romanas!!!

1. Delicatae: eram as prostitutas mais luxuosas, acessíveis apenas aos homens mais ricos e poderosos.
2. Copae: mulheres que trabalhavam em Cauponas, lojas especializadas em servir bebidas, como vinhos.
3. Noctilucae: eram as prostitutas que trabalhavam apenas à noite.
4. Lupae: essas prestavam seus serviços em “lupanares”, os prostíbulos da época;
5. Forariae: elas ficavam em estradas fora das cidades e prestavam seus serviços sobretudo a donos de estabelecimentos rurais.
6. Fornicatrices: mulheres que ficavam disponíveis próximas a pontes, arcos ou edifícios. Uma outra curiosidade: o termo fornix derivou a palavra fornicação (manter relações sexuais com prostitutas);
7. Bustuariae: ficavam próximas aos cemitérios romanos. (Nessas alguns góticos de hoje em dia iam pirar!!)
8. Prostibulae: esta era a prostituta clássica! Exibia-se na rua livremente. Quem quisesse assumir o cargo, deveria obter o registro profissional e depois de informar seus dados (nome, idade, naturalidade e “nome de guerra”), podiam começar a trabalhar no ramo.
Texto adaptado da Super Interessante
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